segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Capitalismo: uma história de amor
O documentarista Michael Moore divulgou o trailer de seu novo filme 'Capitalism : a love story'. Crítico ferrenho do governo George W. Bush, o cineasta novamente aponta falhas na gestão do ex-presidente, desta vez a partir da crise econômica mundial que teve seu auge em 2008. O filme estreia no dia 2 de outubro, e concorre no Festival de Veneza, que começa no dia 2 de setembro.
Assunto complexo para Obama
É um assunto que requer as mais brilhantes mentes americanas: o presidente constitucional de Honduras foi sequestrado e expulso do país pelos militares no meio da noite, que nome daríamos a isso? Intervenção violenta e inconstitucional dos militares na política? Quebra da ordem democrática? Rompimento das instituições?
Assunto complexo para Obama
Belchior e o jornalismo de Ali Kamel
Mauro Carrara
Tempos atrás, narrei publicamente algumas desventuras daquele tido como “o mais pior dos jornalistas brasileiros”.
Entre muitos profissionais e observadores da imprensa, o estatístico Ali Kamel constitui-se em referência singular de apuração preguiçosa, texto confuso e aplicação ladina de lógicas de conveniência.
O sabujo da família Marinho subiu ao cume da Vênus Platinada valendo-se da escada magirus da obscenidade, especialmente na execução de serviços de comunicação encomendados pela direita brasileira.
Detalhe: a referência nada tem a ver com “O Solar das Taras Proibidas”. Deixemos em paz o astuto Casanova de Roberto Mauro.
Convém, no entanto, notar como o amoroso e eterno pupilo de Henrique Caban logrou, no tempo presente, impor seu “modus informandi” às Organizações Globo e, por tabela, a significativa parcela da inculta mídia monopolista do país.
Exemplo formidável tivemos na edição de 23 de Agosto do Fantástico, o caduco programa dominical da emissora carioca.
Inventou-se ali uma estória (sim, agora sem “h”, mesmo) sobre o desaparecimento de um “grande astro da MPB”.
O sumido (ninguém sabe, ninguém viu) seria Belchior, o inspirado cantor e compositor cearense, moço de Sobral, ex-repentista, autor de jóias da música brasileira como “Apenas um rapaz latino-americano” e “Paralelas”.
A longa matéria misturava fraseados de trama noir e música incidental de suspense hitchcockiano. Por meio de depoimentos pinçados e uma edição bem tesourada, a Globo induziu o brasileiro a cogitar até mesmo de uma abdução.
No dia seguinte, por exemplo, no comércio popular da Rua 25 de Março, no Centro de São Paulo, um pirateador de CDs afirmava que o artista encontrava-se numa base militar em Vênus, na qual cientistas cabeçudos escaneavam sua mente de poeta.
Naquele final de tarde, o hábil prosador admitia já ter vendido 16 cópias de álbuns do artista.
O que o telespectador engole
Ora, nos delírios narrados por Patrícia Poeta e Tadeu Schmidt, o folhetim da Globo manteve-se caninamente fiel à doutrina kameliana do jornalismo “testador de hipóteses”.
Afinal, a teoria do desaparecimento era verossimilhante, o que mestre Kamel considera suficiente para a construção de uma boa matéria.
O estatístico, aliás, já cometera experiências do gênero em “Veja” e na própria Globo, com destaque para os malabarismos argumentativos destinados a atirar no colo de Lula a responsabilidade pela tragédia com o avião da TAM, em Congonhas, em 2.007.
No caso de Belchior, a reportagem foi tratada como pândega por vários profissionais gabaritados da Central Globo de Jornalismo. Era o "se colar, colou". Riu-se da figura do trouxa engolidor de bobagens, o típico Homer Simpson boneriano.
Nas redações da emissora, porém, a pauta se converteu em batata quente. Ninguém queria assumir a execução da suíte.
Durante a semana, os fatos comprovaram que os súditos de Kamel testam hipóteses, levianamente, ou são péssimos apuradores.
Nos dois anos do suposto “sumiço”, Belchior foi visto, fotografado e gravado em vídeo por dezenas de pessoas, entre jornalistas e cidadãos comuns.
Uma cantora lírica encontrara o cantor em duas ocasiões, em setembro do ano passado, em São Paulo.
Dois meses depois, ele aparecera no bairro do Coqueiral, no Recife, para participar de um evento do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase.
Bastava aos jornalistas do Fantástico “testar um Google” para encontrar as matérias dos jornais pernambucanos sobre a participação de Belchior na cerimônia.
Em 9 de Fevereiro, em Brasília, posara para fotos ao lado de outro famoso amante do bigode, ninguém menos que José Sarney.
O “sumido” distribuira ainda autógrafos para admiradores em lugares como aeroportos e restaurantes, no Brasil e no Uruguai. Tudo recente, recentíssimo.
Aliás, que fugitivo, abduzido ou desencarnado daria palhinhas em shows, participaria de atividades de ONGs e visitaria o presidente do Senado?
A edição de 30 de Agosto do Fantástico, portanto, tinha de colocar dar um fim honroso a mais essa alucinação kamelista.
A batata quente caiu nas mãos da dedicada Sônia Bridi. Coitada.
E lá foi a galega comer pó nas estradas do Uruguai e, convertida em emissária da assistência social, dar plantão na porta de uma pousada em San Gregorio de Polanco.
Tomou um chá de cadeira. Coitada de novo.
Belchior apresentou-se já de noite à câmera da Globo. Afirmou que considerava “estranha” a reportagem sobre seu suposto desaparecimento. E disparou uma fleumática reprovação: “aquilo não tinha nenhuma relação comigo”.
Com um sorriso de mofa nos lábios, concluiu: “eu vivo em São Paulo”.
Ao que tudo indica, o simpático Belchior deu um tempo para escapar de falsos amigos e parentes chatos. É possível ainda que, inadimplente, tenha revivido seu personagem latino-americano, aquele “sem dinheiro no bolso”. Normal, normalíssimo.
Não por acaso, o jornalismo kameliano faz estardalhaço em torno de fatos inexistentes, mas cerra os olhos ao embuste dos bandalhos mal dissimulados.
A Globo não sabe, por exemplo, quem é o marido de Lina Vieira, desconhece seu padrinho demista cara-de-pau e nem desconfia dos interesses da ninfa da Receita no factóide da “agilização”.
Vamos testar uma hipótese? A empresa da família Marinho continuará enfiando gente em seu Triângulo das Bermudas, e Ali Kamel seguirá educando os truões da mídia imprensaleira. Vale uma aposta?
Belchior e o jornalismo de Ali Kamel
O Blog do Planalto
Gostaria muito de falar algo sobre o Blog do Planalto, mas não consigo acessá-lo. Talvez esteja congestionado devido ao número de visitas, talvez a tucanalha tenha feito um ataque...
O máximo que vi foi o vídeo do presidente falando a respeito:
O Blog do Planalto
Reaça do dia 31/08
Pode esperar sentado
O pobre mané leitor do Estadão vai morrer de velhice e não vai ver esse panfleto golpista publicar a opinião dos petistas a respeito de nenhum assunto. Estranho que ele não tenha notado ainda que o Estadão somente mostra a versão e a opinião da extrema-direita.
A ‘ZELITE’ E O CASEIRO
Estou aguardando as manifestações dos companheiros do PT e aliados contra a decisão do STF a favor do ex-ministro Palocci, pois mais uma vez o excluído continuou excluído e o poderoso se saiu bem. Mas até agora só os "elitistas" foram a favor do menos favorecido.
Francisco da Costa Oliveira fco.paco@uol.com.br São Paulo
Reaça do dia 31/08
domingo, 30 de agosto de 2009
Ver para crer
Se você achou os primeiros vinte minutos de O resgate do soldado Ryan chocantes é recomendável que NÃO assista Brüno. Não vou nem tentar descrever o filme: assim como a Matrix não pode ser compreendida através de nenhuma descrição, só assistindo Brüno pessoalmente para acreditar. Os primeiros minutos seriam censurados no governo de Calígula.
É bom evitar alimentos antes e, principalmente, durante a exibição.
AQUI o trailer legendado.
Ver para crer
Rubens?
Reaça do dia 30/08
Vocabulário dos tempos de Mussolini
Uma das características da direita brasileira é o vocabulário dos anos 30. Eu mesmo sou frequentemente chamado de rebotalho e similares por um fascista de São Leopoldo-RS. Sátrapa é revelador, ninguém usa uma palavra dessas à toa. Podem procurar na casa dele um retrato de Médici ou, pelo menos, um adesivo Brasil, ame-o ou deixe-o.
NUDEZA reunião da Unasul em Bariloche serviu para mostrar a verdadeira dimensão do sátrapa bolivariano. Posto no devido lugar pelo presidente do Peru, que ironizou seu discurso contra a potência hegemônica, a maior compradora dos hidrocarbonetos venezuelanos, Hugo Chávez só não caiu no ridículo total pelo apoio recebido de alguns chefes de Estado propensos ao exibicionismo, entre os quais o presidente Lula.Caio Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br - São Paulo
Reaça do dia 30/08
UOL faz enquete e frauda os resultados
Não contente em manipular (fraudar?) pesquisas eleitorais através do Datafraude, agora o UOL passou a fraudar ele mesmo os números. Conforme pode ser verificado no FBI o PT liderava por larguíssima vantagem, tinha 49,24% dos votos e, eis que senão quando, a poderosíssima militância do PTB, sim do PTB, pôs a mão no mouse e levou o PTB de ZERO para 15,33%, enquanto nenhum petista a mais pensou em votar na tal enquete. O PT caiu para 37,23%, uma queda de 12,01 pontos percentuais e o poderoso e combativo PTB, partido liderado por... e com... militantes, ganhou 15 pontos percentuais, sem mais nem menos.

Os picaretas do UOL podiam pelo menos ter a decência de inventar votos para seus três partidos de estimação, PSDB/DEM/PPS, mas não, preferiram fazer uma demonstração de desprezo total pelos leitores, alterando ridiculamente a enquete e atribuindo votos a um partido que acabou em 1964.
UOL faz enquete e frauda os resultados
sábado, 29 de agosto de 2009
Jornalixo esportivo
Vegetarianismo faz bem à saúde
Jornalismo de aluguel d'O Globo
Cara de pau
Impressionante as declarações da CANDIDATA Marina Silva: não fosse para candidatar-se à presidência para que sair do PT e entrar rapidamente no PV? E que história é essa de "indicação do PV"? Marina estava há 30 anos no PT, o PV a "indicou" para disputar a presidência e ela imediatamente trocou de partido para pensar no assunto? Tenha dó, né dona Marina...
Isso é bom para quem acredita na imagem beata da CANDIDATA. Político ingênuo nasce morto, não há nenhum caso registrado em toda a história da humanidade.
Ainda não me coloco no lugar de candidata, diz Marina Silva
Luiz Felipe Marques, especial para Último Segundo
CURITIBA – Apontada como provável candidata à presidência da República nas próximas eleições desde sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT), a senadora Marina Silva disse que ainda não se coloca no lugar de candidata pela sua futura sigla, o Partido Verde (PV).
“Fico honrada com o convite, me sinto respeitada com a forma como a sociedade recebeu esta indicação do PV, mas é uma decisão que não pode ser tomada agora”, disse a ex-ministra nesta sexta-feira (28), durante um evento que participou em Curitiba.
Mesmo com a afirmação, Marina Silva não chegou a descartar a possibilidade, dando sugestões de que a candidatura ao Planalto em 2010 pode acontecer.
Cara de pau
A desmoralização da mídia
Conteúdos que desmoralizam
Por Jorge Furtado no Luis Nassif Online
Os jornais e programas jornalísticos cada vez mais são feitos imaginando-se leitores e espectadores que só leiam, escutem e vejam as manchetes, sem dar bola para o texto da notícia ou para o que dizem debatedores e entrevistados. (1)
No neo-jornalismo brasileiro - simbolicamente fundado quando a palavra “suposta” ganhou a capa de revistas e jornais - a leitura da notícia desmente a manchete, desmoralizando a um só tempo o repórter, o editor e o leitor, num strike suicida, como um jogador de boliche que atira a bola para cima. Talvez a antiga imprensa esteja certa e eu faça parte de uma ridícula minoria, espécie em extinção que ainda lê o texto das notícias e raciocina por conta própria, mas sinto informar que para nós, antigos fãs das letras miúdas, tão pagando um micão!
Não vou mudar de assunto, tenho mais o que fazer. Só voltarei a levar a antiga imprensa a sério quando responderem de maneira aceitável e adulta a pelo menos algumas das perguntas que eles mesmos fizeram tantas vezes:
1. De onde veio o dinheiro do dossiê?
2. O que aconteceu com a faxineira que, segundo o delegado Edmilson Pereira Bruno, teria roubado o cd com a foto dos aloprados?
3. Já sabemos quem quebrou o sigilo do Francenildo (2), mas quem quebrou o sigilo bancário de Freud Godoy? Gabeira ou o Estadão? (3)
4. A Folha já conseguiu provar que a ficha digital é digital ou ainda está procurando o original de papel pra ter certeza?
5. Até quando vão sustentar a versão de Lina Vieira sobre a reunião com Dilma? O que aconteceu com a versão “19 de novembro”? Quem chamou Dilma de mentirosa, vai pedir desculpas?
6. Até quando vão sustentar a versão Demóstenes/Veja do grampo sem áudio do Gilmar?
7. Até quando vão sustentar a história da “grampolândia”? E a versão de Nelson Jobim, que tanto ajudou na defesa do brilhante Dantas, de que a Abin fazia escutas clandestinas? Como os 5 milhões de grampos viraram 7 mil?
8. Até quando vão continuar sendo pautados, sem críticas, por Demóstenes Torres, Heráclito Fortes, Agripino Maia, Ronaldo Caiado e Artur Virgílio? (4)
9. Até que ponto vão transformar os jornais que líamos e os programas que víamos em panfletos eleitorais de José Serra? Devolver o poder ao Psdb paulista tem tanta importância assim, a ponto de liquidar, a um só tempo, com a credibilidade de toda a antiga imprensa brasileira? (“É o pré-sal, estúpido!”)
10. E cadê o Picasso do INSS?
Jorge Furtado
(1) Sobre conteúdos que desmoralizam manchetes, ver: Entre Aspas liquida com o factóide da Receita
(2) O Gilmar Mendes diz que não há provas de que tenha sido o Palocci, o que esclarece definitivamente o fato.
(3) Matéria da FSP de 13/10/2006 (“Procuradoria quer quebrar sigilos de Freud”) informava que “objetivo é investigar saque de R$ 150 mil feito em março e suspeita de que ele teria recebido R$ 396 mil de Naji Nahas”. (…)
Matéria do Globo online publicada em 11/10/2006 às 16h06m:
“Freud acusa Gabeira de quebra ilegal de sigilo bancário”
São Paulo - O ex-assessor da presidência Freud Godoy, acusou o deputado Fernando Gabeira (PV-RF), sub-relator da CPI dos Sanguessugas, de quebra ilegal de sigilo bancário. Em nota divulgada nesta quarta-feira, Freud e seu advogado Augusto de Arruda Botelho, dizem que vão interpelar Gabeira junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), e pedem a instauração de inquérito pela Polícia Federal para averiguar as declarações de Gabeira publicadas na edição desta quarta-feira do jornal “O Estado de São Paulo”. Na reportagem, Gabeira diz que a CPI vai apurar um suposto depósito de R$ 296 mil feito pelo investidor Naji Nahas na conta de Freud. O ex-assessor nega que tenha recebido o depósito e questiona a origem da informação.
A “imprensa” a que a matéria da Folha de São Paulo se refere era, portanto, o Estado de São Paulo.
Em seu blog Gabeira negou ter apurado ou produzido a informação:
“A matéria publicada pelo Estado de São Paulo foi apurada e produzida pela redação. Ao me ser apresentada afirmei o que está exatamente entre aspas: isto não significa que ele, Freud, seja culpado. (…) Não fui responsável pela material, nem a suscitei. Apenas reagi ao que me foi apresentado.”
Matéria da Folha diz que a “Procuradoria quer quebrar sigilos de Freud.” Gabeira diz que o sigilo bancário de Freud “foi quebrado”. Continuo sem saber: quem, além do Estadão, quebrou o sigilo bancário de Freud Godoy?
(4) Sim, eu vi algumas críticas a eles, tenho uma lupa em casa.
A desmoralização da mídia
Saudade não tem idade
Ao contrário dos leitores do Estadão/Folha/Veja, que tem saudades de ditadura, censura, tortura e assassinatos, eu tenho saudades de rock progressivo.
Focus, Hocus Pocus, 1973. Tudo a respeito na Wikipedia. "Países Baixos" é um lugar também conhecido como "Holanda".
Saudade não tem idade
Reaça do dia 29/08
Saudades da chibata
Mais um saudoso da ditadura e da tortura. Quando as ratazanas da ditadura assaltavam os cofres públicos impunemente, sem direito a divulgação ou processo, os leitores do Estadão eram felizes. Agora que os fatos são investigados às claras eles acham que é o fim dos tempos. Felizmente para ser leitor do Estadão existe o pré-requisito de ter, no mínimo, 65 anos e em breve não teremos nem Estadão, nem leitores saudosos do fascismo.
TRANSFORMAÇÃONos tão falados anos de chumbo havia um senhor com cara fechada e imagem de durão. Todos o consideravam O XERIFE. Aos leitores mais novos é necessário explicar que o citado era nada mais, nada menos que o atual senador Romeu Tuma. Naquela época dificil, para os esquerdistas e terrroristas, o sr. Tuma era diretor da Polícia Federal. Hoje em dia, vendo as votações no Senado, as abafadas de processos contra a elite do governo do PT, resta-me dizer, meio frustrado: Cacilda! ROMEU , COMO VOCE MUDOU !!! Assim agem os politicos de hoje. Infelizmente.Antonio Milton Moraes amiltonm@gmail.com Santos
Reaça do dia 29/08
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Só eu gosto - 4 - Powaqqatsi
Powaqqatsi - Vida em transformação. Segundo filme da trilogia Qatsi, muitas imagens do Brasil. Parte 1 de 5.
Só eu gosto - 4 - Powaqqatsi
Se ainda fosse do PT seria mais uma CPI
Soninha fez aniversário na Lapa
Subprefeita Soninha fez aniversário sem pagar aluguel do espaço e comemorou com amigos em área que deveria fiscalizar

Bufê cede salão para festa da subprefeita da Lapa
Flávia Martins y Miguel e Adriana Ferraz do Agora
A subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS), completou 42 anos anteontem e comemorou com uma festa no bufê Finesse, que fica na avenida Pompeia, região fiscalizada pela subprefeitura que ela comanda.
O dono do local, José Landa, diz que ofereceu a comemoração porque é “amigo pessoal” de Soninha. O aluguel do espaço custa R$ 3.500. Já representantes do PPS –partido que lançou Soninha como pré-candidata ao governo do Estado– e a própria aniversariante afirmam que pagaram pela festa. Entre os convidados estavam o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e o governador José Serra (PSDB).
Três versões sobre os custos foram apresentadas à reportagem ontem, todas gravadas. Na primeira ligação ao bufê, uma atendente informou, por telefone, que a festa foi oferecida como cortesia, teve 157 convidados e que, no cardápio, havia massas e bebidas.
Cerca de 20 minutos depois, o proprietário disse à reportagem, também por telefone, que o evento teve a presença de 80 pessoas, que se serviram de salgados, de cerveja e de refrigerantes. Ele reafirmou que promoveu a festa e arcou com todos os custos em “homenagem” à subprefeita e como “marketing”.
Questionadas, a assessoria da subprefeita e a liderança do PPS afirmaram, no entanto, que a festa não foi gratuita. Na subprefeitura a assessoria de imprensa disse que a própria Soninha pagou, com cheque, pelo evento. Já os assessores do partido dela deram outra versão: filiados teriam feito uma “vaquinha” para homenageá-la.
Após ser questionado pela reportagem sobre as versões contraditórias, o dono do bufê voltou atrás e disse que recebeu apenas pela comida e bebida –R$ 3.480 pelo total de convidados, em dinheiro. O aluguel do espaço, porém, ele reafirmou que foi cortesia.
A assessoria de Soninha chegou a afirmar que enviaria por fax o recibo do pagamento. Depois, porém, disse que não teria mais condições de fazê-lo.
Se ainda fosse do PT seria mais uma CPI
Reaça do dia 28/08
Agora não presta mais
A reação, previsível, à não aceitação do processo contra Palocci mostra o que a direita entende por justiça. Quando o mesmo STF acolheu todas as denúncias contra os acusados do "Mensalão" era o bastião da Justiça, da Ética e da Moralidade. Agora que os mesmos juízes, na mesma situação, não acolhem acusação contra o ex-ministro é porque são um bando de corruptos e criminosos. "Quii beleeeza!", como diria o Milton Leite.
JUSTIÇA PARA QUEM?Um simples caseiro e um ex-ministro! Quem ganha essa disputa? Ora, claro que o ex-ministro! Palocci já tinha até presença garantida no evento do pré-sal, mais uma festividade patrocinada com o seu, o nosso dinheiro! Justiça? Que Justiça? Essa, parafraseando a comediante, não nos pertence mais!Lígia Bittencourt ligialbc@uol.com.br - São Bernardo do Campo
Reaça do dia 28/08
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
In God We Don't Trust
"Não se pode confiar em Deus", diz Saramago
De sua casa na ilha espanhola de Lanzarote, o escritor José Saramago falou à Agência Efe sobre seu novo livro "Caim", que será lançado na América Latina no final de outubro. Quase vinte anos depois de ter escrito o polêmico livro "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", o escritor faz agora um irreverente e irônico percurso por diversas passagens da Bíblia. Saramago não considera esse novo livro como um particular e definitivo acerto de contas com Deus. "Se Deus para mim não existe, eu não posso fazer um ajuste de contas com ele. O absurdo é que o ser humano primeiro inventou Deus e depois se escravizou a ele, isso é o que eu questiono nesta obra", explica. O escritor também nega que a proximidade da morte fez com que ele pensasse mais em Deus. "Nesses dias eu tinha mais coisas para pensar. Como por exemplo, se me curaria da doença", relembra.
Reportagem da EFE.
In God We Don't Trust
O suplício no senado
Suplicy e o cartão vermelho
O PT é um partido sem mídia.O PSDB é uma mídia com partido.
Mauro Carrara
Em À Sombra das Chuteiras Imortais, Nelson Rodrigues, bem descreve o juiz ladrão, figura folclórica e indefectível no universo do ludopédio.
O cronista e dramaturgo, entretanto, lamenta o desaparecimento do vigarista declarado, do canalha que não tem vergonha de sua falta de escrúpulos.
Ele conta dos gatunos autênticos da segunda década do Século XX. Cita um, em específico, que cedia gentilmente a todas as tentativas de suborno.
“O canalha é sempre um cordial, um ameno, um amorável”, escreve.
Em certo match, lá por 1.917, o sujeito resolve levar propina dos dois lados e rouba de maneira desenfreada e imparcial os dois quadros.
Ao findar o jogo, todos os 22 correm para cima do democrático ladrão, que escapa pulando muros e galinheiros.
Rodrigues lamenta que esse transparente safado tenha sido substituído por outros contidos e frustrados.
De fato, falta-nos a impagável cara-de-pau do juiz ladrão declarado, como aquele vivido por Otávio Augusto, no filme Boleiros, do inspirado palestrino Ugo Giorgetti.
A roubalheira no futebol de hoje é muito mais técnica e sutil. Há, pois, verdadeira ciência de prestidigitação para conceder à vigarice um ar de inevitável e inocente casualidade.
O futebol, assim como a política, define vencedores e perdedores na escala dos detalhes. Um esbarrão pode virar pênalti, de acordo com a conveniência do árbitro, e o empate heróico logo se converte em derrota.
O ladrão profissional de hoje apita tudo direitinho, mas em algum momento premia o comprador.
Age com rigor ao expulsar o jogador do Arranca-Toco, o que não escandaliza nenhum comentarista. Pois, de fato, o zagueirão mandou ver na canela do adversário.
Dizem todos: “o juiz está corretíssimo em coibir a violência”.
O mesmo severo árbitro, entretanto, não bota na rua os bárbaros do Bicudo FC, que fazem igual ou pior. Rigor ali, condescendência aqui.
E lá na cabine de rádio ninguém se assombra dos não-expulsos. O “deixa-passar” é logo esquecido e raramente se transforma em polêmica nos periódicos do dia seguinte.
Logicamente, o moderno juiz ladrão tem outras artimanhas. Pode assinalar os impedimentos do jogo, mas deixar passar um, justamente aquele que define a classificação. Elegância e cara feia completam a encenação.
O Partido Mudo e a punição por símbolos
Na Copa do Mundo da Inglaterra, houve enorme confusão na partida entre os donos da casa e os argentinos, pelas quartas de final.
Ao término da partida, as pessoas não sabiam ao certo o que o árbitro alemão Rudolf Kreitlein tinha marcado num lance em que admoestou vários jogadores.
Havia a barreira da língua. Atletas e árbitros não conseguiam se comunicar.
Foi assim que o inglês Ken Aston, do Comitê de Árbitros da FIFA, resolveu instituir os cartões amarelo e vermelho para clarificar as decisões da autoridade em campo.
O sistema passou a vigorar já na Copa do Mundo seguinte, em 1.970, no México.
Não por acaso, pois, os cartões começaram a ser utilizados para remediar os problemas causados por quem não sabia se comunicar. Foi um alívio para mudos, gagos e toda sorte de atrapalhados com as palavras.
Dias atrás, vimos o Senador Suplicy subir à tribuna e posar de árbitro informal da crise parlamentar.
Depois do palavrório enrolado, o arauto da moralidade resolveu sacar um enorme cartão rubro para o presidente da casa, José Sarney.
O episódio é revelador do comportamento recente do Partido Mudo. Distante do bom discurso e da argumentação, perdido nas malhas grossas do twitter de Mercadante, a agremiação reduziu sua comunicação a um pedaço de papel colorido.
Estranhamente, o parlamentar paulista usou seu cartão para copiar os árbitros de conveniência do moderno futebol.
Exigiu a saída de José Sarney (sim, autor de faltas graves e antigas), mas fechou hipocritamente os olhos às botinadas, puxões de camisa e cusparadas que marcam a conduta de Virgílios (o Almir Pernambuquinho do Senado), Tassos, Álvaros, Demóstenes, Agripinos e outros boleiros de caráter enlameado.
No dia seguinte, o senador do Partido Mudo deu sequência a sua arbitragem parcial, afirmando que seu cartão devia servir de alerta para o presidente Lula.
Não é à toa que Suplicy se transformou em motivo de chacota na Casa Alta, de um lado e de outro. É tratado como maluco pela base governista e como bobo pela oposição. Todos os dias, por exemplo, é humilhado pelo boca-mole Heráclito Fortes.
Ninguém pode acusar Suplicy de receber “por fora”. Afinal, sua biografia não o aproxima daquela de Edílson Pereira de Carvalho, o líder da mais recente máfia do apito.
Não seria leviandade, entretanto, ver no grisalho parlamentar uma mistura de sede de vingança e vaidade.
Suplicy é um calado ressentido. Por não ter conseguido candidatar-se à presidência, por não ter virado ministro e por outros fracassos políticos.
Paralelamente, ao tentar assumir a arbitragem da crise, o senador quis jogar para a torcida, amealhar aplausos, elogio cada vez mais raro na fase atual de sua carreira política.
Cabe à agremiação de Lula avaliar a necessidade de manter em seus quadros um levantador seletivo de papéis coloridos.
Caso não se assuma como protagonista neste momento histórico do embate político, o Partido Mudo, que já recebeu o amarelinho da sociedade, corre o risco de tomar um cartão vermelho do tamanho do Brasil.
O suplício no senado
Sarney é o cara!
Lula tem quase 80% dos votos na enquete do UOL "Se tivesse que votar em um dos últimos cinco presidentes do Brasil hoje, em qual você votaria?". Agora é hora de mostrar nosso apreço por FHC e sua corja: vote em Sarney AQUI para derrubar o Farol de Alexandria para o terceiro lugar.
Sarney é o cara!
Estadão topa qualquer parada
Speedy é um produto (ruim) vendido pela empresa Telefonica (sem acento). Colocar na primeira página do jornal uma manchete que menciona o nome da empresa e do produto parece-me propaganda disfarçada de notícia. Não que seja alguma novidade, mas dá uma dimensão do que tornou-se a imprensa brasileira. O próximo passo é distribuir o jornal de graça e viver só da publicidade.
Estadão topa qualquer parada
Reaça do dia 27/08
Impressionante como os leitores do Estadão não sabem o significado de frases populares e ditados. Esse desinfeliz, obviamente, nem imagina o que seja "boi de piranha". Por outro lado, o que poderiamos esperar de quem lê o Estadão?
O senador Eduardo Suplicy foi boi de piranha do PT.Robert Haller robelisa@click21.com.br São Paulo
Reaça do dia 27/08
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Lauro Jardim preocupado
Interessante a opinião do sabujo da Veja sobre a coluna do presidente: primeiro diz que não tem "repercussão absoluta" e logo em seguida diz que os jornais "amigos" que a publicam eram 94, depois 115 e já chegaram a 145. É muita "falta de repercussão absoluta" mesmo, 145 jornais espalhados pelo país inteiro. Se em média os jornais tiverem a baixa tiragem de 3.000 exemplares cada, seriam apenas 435.000 leitores. Muito mais que o maior jornal do país, a Folha da Ditabranda. Além disso um grande número de blogs publica os textos e até parte da midia corporativa repercute alguns temas.
Para dar o remate canalha necessário o panaca repete a velha bobagem de que Lula sentiria azia ao ler jornais. Lula disse à revista Piauí, da mesma quadrilha da Veja, que sente azia do partidarismo da imprensa corporativa e que só lia os principais textos já selecionados por sua assessoria e não que não lia esse lixo que, infelizmente, é o único disponível no mercado.

Lauro Jardim preocupado
Maravilhas das privatizações: a CPFL
Como todos sabem o Brasil vivia paralisado por ineficientes e improdutivas empresas estatais antes do milagre tucano da Privataria. Felizmente os dinossauros estatais foram doados vendidos para os amigos do rei moderníssimas empresas privadas que as transformaram em fenômenos de eficiência como, por exemplo, a Telefonica e a CPFL.
Eu tentei resolver um minúsculo problema na CPFL, mas infelizmente estava fechada naquele horário. Como pode-se ver na foto a CPFL fecha para o almoço de seu ÚNICO funcionário. Não sei o que acontece quando o mesmo falta.
Voltando mais tarde fui informado que para conseguir o serviço desejado por mim deveria primeiro dirigir-me a uma loja de roupas. Sim, você leu direito. Na loja fui informado que um tal "sistema" teria "caído" e que eu deveria me dirigir à agência da CPFL de onde tinha acabado de sair. Para evitar maiores discussões resolvi deixar para outro dia quando o tal sistema estivesse em pé.
Como vocês podem ver e admirar-se nas fotos, a CPFL para melhorar o atendimento piorou ainda mais o mesmo e agora atente DOIS dias por semana. Felizmente temos a alternativa de procurar uma loja de roupas ou um mercado ou uma loja de pesca onde um não-funcionário não-treinado da CPFL não nos atenderá a não ser que não tenha nada melhor para fazer.
Tudo isso devemos ao PSDB/DEM/PPS e não devemos nos esquecer nunca.

Maravilhas das privatizações: a CPFL
Ali Kamel tenta intimidar blogueiro
O Cloaca News divulgou a existência, sinopse e um trecho do filme realizado na década de 80 chamado “Solar das Taras Proibidas”, estrelado por Ali Kamel.
O poderoso chefão global Ali Kamel EXIGE que seja removida a informação verdadeira e sem nenhuma ligação com suas atividades.
Aparentemente o supramencionado e respectiva advogada sabem escrever, mas não sabem ler. Mais provável é a hipótese de má-fe e tentativa de intimidação da liberdade de expressão mediante o poder econômico do supramencionado.
Julgue você mesmo AQUI
Ali Kamel tenta intimidar blogueiro
Reaça do dia 26/08
Leitor do Estadão vendeu o cérebro (por quilo) ao Diabo
O coitado não sabe o que é Poder Judiciário e Poder Executivo, presidente da república e juiz.
Como leitor e assinante do Estadão, fico indignado com a censura imposta e com as notícias de Brasília. A conclusão é uma só: definitivamente, Lula vendeu a alma ao diabo!Domingos Henrique Ramos de Souza dhrds@uol.com.br - Campo Grande
Reaça do dia 26/08
Dois pesos e duas medidas
Recentemente a mídia foi unânime ao analisar a expressão do senador Collor discutindo com o hipócrita senador Simon: louco, psicopata, desequilibrado.

Já com Suplício Suplicy a tolerância foi total. Ninguém julgou o palhaço eixo-perdido senador pela aparência grotesca e discurso balbuciante, agravados pelo ridículo papel vermelho brandido para as câmeras de TV.

Há ainda o agravante de que o discurso de Collor foi perfeitamente lógico e coerente e o de Suplício Suplicy um emaranhado de tolices despropositadas e fora de lugar. Existiram e continuam a existir os meios políticos e jurídicos para os supostos fins defendidos pelo suposto petista, mas ele usa única e exclusivamente os que atraem a atenção midiática e lhe garantem seus 15 segundos diários de exposição na TV.
Como diria a ex-vereadora $&%§&*#: eu corto meu *#% antes de votar nesse sujeito de novo.
Dois pesos e duas medidas
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Mercadante paga mico
Lula brinca ao falar de Twitter e constrange Mercadante
Agência Estado
SÃO BERNARDO DO CAMPO - Ao corrigir informação dada nesta manhã sobre o marco regulatório da exploração de petróleo na área de pré-sal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabou por causar mais um momento de constrangimento para o senador Aloizio Mercadante (PT-SP). Lula disse, em discurso no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que percebeu que havia se expressado mal em relação à questão do pré-sal quando leu as notícias por meio do telefone celular do senador petista.
"Eu estava vendo ali na internet do Aloizio Mercadante, esse bichinho que escraviza o ser humano agora, que houve uma compreensão equivocada, talvez, eu diria, uma má colocação minha na inauguração da pedra fundamental sobre a questão do pré-sal", reconheceu Lula, esclarecendo o erro cometido pela manhã, quando afirmou que 71% dos recursos advindos da exploração do pré-sal iriam para fundo do governo destinado a investimentos em educação, ciência e tecnologia e combate à pobreza.
"Não é que o governo vai ficar com 71% do petróleo do pré-sal. O que quis dizer é que, de todo o bloco do pré-sal, 29% já foi leiloado pelas regras anteriores e, portanto, o que vai entrar na regulamentação são 71% que não tinham sido leiloados ainda", explicou.
O presidente ressaltou que a correção poderia ser publicada rapidamente na internet e não perdeu a oportunidade de brincar com Mercadante. "Vocês, que vão rapidinho aí na internet, no tal de Twitter, e colocam as mensagens, por favor, coloquem essa mensagem rapidinho. O Aloizio já pode colocar a mensagem no dele", afirmou, sob risos da plateia que assistia às discussões.
Mercadante paga mico
Reaça do dia 25/08
Lunáticos de um lado, lunáticos do outro
A esquerda delirante acusa Lula de conceder todo tipo de incentivo ao "agronegócio", já a direita alucinada o acusa de negar TUDO ao mesmo setor e privilegiar o MST. É a melhor oposição que um governo poderia desejar: qualquer criança de 12 anos rebate os "argumentos" dos irmãos gêmeos lunáticos sem nenhuma dificuldade.
O TOPO E O PRECIPÍCIONa busca pelo poder a qualquer preço, Lulla promete ao MST as benesses que sempre negou ao setor agrícola. Atingir um setor que sempre foi gerador de divisas para o País (determinando metas quase inatingíveis para os produtores) pode custar-lhe caro. Depois dessa, poderíamos esperar "índices para ocupação de imóveis urbanos" como sua próxima jogada. "Para aqueles que almejam o poder a qualquer preço, não existe medida entre o topo e o precipício" (Publius Tacitus).Carmen Rosario ayusso@dglnet.com.br Campinas
Reaça do dia 25/08
O pateta e patético senador Suplicy
Nós brasileiros temos um insanável complexo de corno, vivemos dizendo que fomos traídos por A ou B. Eu nunca fiz isso e sempre disse jamais ter me arrependido de voto algum, mas sou forçado a um pequeno mea culpa: não que eu tenha sido "traído" pelo cidadão em questão, mas sou forçado a admitir que votei mal, muito mal. Tivesse escolhido o jogador de basquete Oscar para senador e talvez fosse melhor para todos.
Oportunista e grosseiro...
Patética, inoportuna, insolente e grosseira, a intervenção do senador Eduardo Lexotan Suplicy, ao discurso de José Sarney, homenageando Getúlio Vargas e Euclides da Cunha, para cobrar explicações do presidente do senado e do congresso, sobre as recentes acusações contra o parlamentar do PMDB, todas elas julgadas improcedentes e arquivadas pelo Conselho de Ética. Sarney retrucou Suplicy salientando que o senador petista teve inúmeras chances para rebater suas explicações e não as fez, lamentando que, agora, subitamente, o parlamentar paulista tenha sido tomado por uma estranha e caótica e inútil crise de denuncismo. Só o próprio Suplicy poderá explicar, se puder, seu colossal papelão e falta de educação parlamentar. Francamente.
O pateta e patético senador Suplicy
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