sábado, 30 de abril de 2011
Morre aos 99 anos o escritor argentino Ernesto Sabato
Morre aos 99 anos o escritor argentino Ernesto Sabato
Versão atualizada do programa do IR para quem perdeu prazo será liberada segunda-feira
Repórter da Agência Brasil
Versão atualizada do programa do IR para quem perdeu prazo será liberada segunda-feira
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Deus salve a rainha
Sex Pistols | God Save the Queen por 123Rock
God save the queen
The fascist regime
They made you a moron
Potential H-bomb
God save the queen
She ain't no human being
There is no future
In England's dreaming
Don't be told what you want
Don't be told what you need
There's no future, no future,
No future for you
God save the queen
We mean it man
We love our queen
God saves
God save the queen
'Cause tourists are money
And our figurehead
Is not what she seems
Oh God save history
God save your mad parade
Oh Lord God have mercy
All crimes are paid
When there's no future
How can there be sin
We're the flowers in the dustbin
We're the poison in your human machine
We're the future, your future
God save the queen
We mean it man
We love our queen
God saves
God save the queen
We mean it man
And there is no future
In England's dreaming
No future, no future,
No future for you
No future, no future,
No future for me
No future, no future,
No future for you
No future...
Deus salve a rainha
Lula, o PT e a política de alianças
Por tudo que fez, Lula tem toda a legitimidade para falar de políticas de alianças no país, sem abrir mão de um projeto para transformação social
Lula, o PT e a política de alianças
quinta-feira, 28 de abril de 2011
É por isso que eu sou contra o Lula
Luis Fernando Verissimo - O Estado de S.Paulo
Diálogo urbano, no meio de um engarrafamento. Carro a carro.
- A nova classe média nos descaracterizou?
- Exatamente. Nós não éramos assim. Nós nunca fomos assim. Lula acabou com o que tínhamos de mais nosso, que era a pirâmide social. Uma coisa antiga, sólida, estruturada...
- Buuu para o Lula, então?
- Buuu para o Lula!
- E buuu para o Fernando Henrique?
- Buuu para o... Como, "buuu para o Fernando Henrique"?!
- Não é o que estão dizendo? Que tudo que está aí começou com o Fernando Henrique? Que só o que o Lula fez foi continuar o que já tinha sido começado? Que o governo Lula foi irrelevante?
- Sim. Não. Quer dizer...
- Se você concorda que o governo Lula foi apenas o governo Fernando Henrique de barba, está dizendo que o verdadeiro culpado do caos é o Fernando Henrique.
- Claro que não. Se o responsável fosse o Fernando Henrique eu não chamaria de caos, nem seria contra.
- Por quê?
- Porque um é um e o outro é outro, e eu prefiro o outro.
- Então você não acha que Lula foi irrelevante e só continuou o que o Fernando Henrique começou, como dizem os que defendem o Fernando Henrique?
- Acho, mas...
Nesse momento o trânsito começou a andar e o diálogo acabou.
É por isso que eu sou contra o Lula
Record aplica o velho golpe do gráfico desproporcional
Record aplica o velho golpe do gráfico desproporcional
Tucanos à beira da extinção, alerta Ibama
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| Embora estejam cheios de amor pra dar, os tucanos não conseguem se reproduzir em cativeiro. |
Tucanos à beira da extinção, alerta Ibama
Abraço de afogados
Programa? Projetos de governo? Discussão de princípios? Nada disso. Apenas um abraço de afogados.
Abraço de afogados
Filha de Vinícius de Morais é encontrada morta
R7
Filha de Vinícius de Morais é encontrada morta
China tem 1,37 bilhão de habitantes
(Agência Xinhua)
China tem 1,37 bilhão de habitantes
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Terrorista cubano morre e é chamado de "militante" e "exilado" pela mídia
Terrorista cubano morre e é chamado de "militante" e "exilado" pela mídia
Boa noite
Va Pensiero
Va’, pensiero, sull’ali dorate.
Va’, ti posa sui clivi, sui coll,
ove olezzano tepide e molli
l’aure dolci del suolo natal!
Del Giordano le rive saluta,
di Sionne le torri atterrate.
O mia Patria, sì bella e perduta!
O membranza sì cara e fatal!
Arpa d’or dei fatidici vati,
perché muta dal salice pendi?
Le memorie del petto riaccendi,
ci favella del tempo che fu!
O simile di Solima ai fati,
traggi un suono di crudo lamento;
o t’ispiri il Signore un concento
che ne infonda al patire virtù
che ne infonda al patire virtù
al patire virtù!
Letra em português
Vá, pensamento, sobre as asas douradas
Vá, e pousa sobre as encostas e as colinas
Onde os ares são tépidos e macios
Com a doce fragrância do solo natal!
Saúda as margens do jordão
E as torres abatidas do sião.
Oh, minha pátria tão bela e perdida!
Oh lembrança tão cara e fatal!
Harpa dourada de desígnios fatídicos,
Porque você chora a ausência da terra querida?
Reacende a memória no nosso peito,
Fale-nos do tempo que passou!
Lembra-nos o destino de jerusalém.
Traga-nos um ar de lamentação triste,
Ou o que o senhor te inspire harmonias
Que nos infundam a força para suportar o sofrimento.
Boa noite
Morre Neusinha Brizola
Neusa Maria Goulart Brizola, Neusinha (1954-2011)
Morre Neusinha Brizola
Vereadores de Jundiaí aumentam o próprio salário em 62%
Parabéns aos que elegeram os nove competentes e honestos vereadores responsáveis por mais essa obra meritória.
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| Vereadores comemoram aprovação |
Vereadores de Jundiaí aumentam o próprio salário em 62%
Pobres na cadeia, ricos no tribunal
Marcelo Semer, no Terra Magazine
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| Com as bençãos de Gilmar Mendes |
Mesmo reconhecendo o valor ínfimo, Fux rejeitou o trancamento da ação, porque o réu seria "useiro e vezeiro" na prática do crime.
Roger Abdelmassih teve mais sorte. Foi condenado pela Justiça paulista a 278 anos de reclusão, por violências sexuais que teria praticado durante anos contra dezenas de mulheres que buscavam seu consultório para reprodução assistida. Nas férias forenses, ganhou a liberdade em liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes.
Nem tudo está perdido, porém.
O furtador de chocolates não fugiu, e em relação a ele, o direito penal poderá ser aplicado em toda a sua plenitude: um ano e três meses de reclusão. Afinal, por sua reincidência, a insignificância deixou de ser insignificante.
Nos últimos anos, o STF tem sido reputado como o tribunal mais garantista do país no âmbito criminal - o que fez a decisão relatada por Fux chocar ainda mais a comunidade jurídica.
Recentemente, o tribunal tomou uma posição reclamada por doutrinadores, proibindo a decretação da prisão, quando ainda existam recursos pendentes. É com base neste entendimento, por exemplo, que o jornalista Pimenta Neves aguarda solto o desenrolar de seus vários apelos.
A decisão tem justificativa na concepção do processo penal no estado democrático de direito. Todavia, o próprio STF tem sido flexível com este padrão, quando o réu se encontra preso durante o processo. É mais rigoroso, enfim, com quem foi preso desde o início.
Como a "primeira classe do direito penal" raramente é presa em flagrante, na prática acaba sendo a principal beneficiária da jurisprudência liberal.
Um acórdão do STJ fulminou inquérito policial contra empresários e políticos, com o bem fundamentado argumento de que 'denúncia anônima' é ilegítima para justificar a devassa telefônica.
Prisões de centenas de pequenos traficantes país afora, todavia, também costumam ser justificadas por informações obtidas em denúncias anônimas. Por meio delas, policiais revistam suspeitos na rua e pedem buscas e apreensões. Custa crer que a jurisprudência se estenderá a todos eles.
Se as cadeias estão superlotadas de réus pobres, os recursos que entopem nossos tribunais têm uma origem bem diversa.
O Conselho Nacional de Justiça divulgou a lista dos maiores litigantes do Judiciário, onde se encontram basicamente duas grandes espécies: o poder público e os bancos.
Como assinalou o juiz Gerivaldo Neiva, em análise que fez em seu blog (100 maiores litigantes do Brasil: alguma coisa está fora da ordem), os esforços da justiça estariam em grande parte concentrados entre "caloteiros e gananciosos".
Verdade seja dita, o acesso aos tribunais superiores não é apenas protelatório.
Só o Superior Tribunal de Justiça, o "Tribunal da Cidadania", editou nada menos do que quatro súmulas que favorecem diretamente aos bancos, como apontou Neiva. Entre elas a que proíbe o juiz, nos contratos bancários, de considerar uma cláusula abusiva contra o consumidor, se não houver expressamente a alegação no processo.
A decisão, que serve de referência para a jurisprudência nacional, inverte o privilégio criado pelo código do consumidor. Mas a Justiça parece considerar, muitas vezes, que bancos não têm as mesmas obrigações.
O STF, a seu turno, não se mostra tão garantista em outros campos.
Avança na precarização dos direitos trabalhistas, principalmente ao ampliar a aceitação da terceirização. Em relação aos funcionários públicos, destroçou com a força de uma súmula vinculante, a exigência de mero advogado nos processos disciplinares, e com outra a possibilidade de usar o salário mínimo como indexador de adicionais, proibindo ainda o juiz de substitui-lo por qualquer outra referência.
Não há sentido mais igualitário do que o princípio básico da justiça: dar a cada um o que é seu. Regras tradicionais de interpretação das leis privilegiam sempre a equidade. Se tudo isso ainda fosse pouco, a redução das desigualdades é nada menos do que um dos objetivos principais da República.
Por mais que a Justiça julgue cada vez mais e se esforce para julgar cada vez mais rápido, não se pode deixar de lado a questão fundamental da igualdade e com ela a proteção aos direitos fundamentais.
É certo que a sociedade brasileira é profundamente desigual e que a maioria das leis aprofunda esse fosso ao invés de reduzi-lo.
Mas a obrigação de ser o anteparo da injustiça significa também impedir o arbítrio do poderoso, a danosa omissão do mais forte e a procrastinação premeditada do grande devedor.
Temos de entender que o direito existe em função dos homens e não o contrário.
Não há formalismo que possa nos impedir de tutelar a dignidade humana, diante da repressão desproporcional ou da desproteção dos valores mais singelos.
Para que os fortes se sobreponham pela força, a lei da selva sempre foi suficiente.
Deve haver uma razão para que a humanidade a tenha abandonado.
Pobres na cadeia, ricos no tribunal
Gordos do mundo, uni-vos!
Há em vosso guloso descontrole uma nota de revolta contra um mundo que encolhe
@antonioprata
antonioprata.folha@uol.com.br
Gordos do mundo, uni-vos!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Tortura é crime imprescritível
Elder Ogliari, de O Estado de S.Paulo
Tortura é crime imprescritível
Governo concederá 75 mil bolsas de estudos no exterior
Governo concederá 75 mil bolsas de estudos no exterior
Comunismo avança no país
Do Granma
Comunismo avança no país
As roupas do Estado
As roupas do Estado
Conversa com a Presidenta
Conversa com a Presidenta
Americanos mantém presos 150 inocentes em campo de concentração
segunda-feira, 25 de abril de 2011
PCdoB oficializa entrada no governo Kassab
PCdoB oficializa entrada no governo Kassab
Pesquisa dá vitória a Humala em 2º turno no Peru
Pesquisa dá vitória a Humala em 2º turno no Peru
domingo, 24 de abril de 2011
Lembranças do terror
Blog do Bemvindo
Ao ler hoje reportagem de “O Globo” sobre a agenda encontrada com o terrorista do Riocentro, deparo-me com o nome do detetive Boneschi.
Quando fui detido em agosto de 1964, como consta no meu processo de anistia, tive como interrogadores os detetives Solimar e Boneschi. O primeiro assemelhava-se a um rato: olhos miúdos por trás de lentes grossas, de pequena estatura e agir meticuloso e prudente.
O segundo, o Boneschi, alto, grande, forte e truculento já de aparência.
Durante o interrogatório adentraram a sala onde estava o cenógrafo Léo de Oliveira, completamente massacrado. Seu rosto era uma posta de sangue, seus olhos mal se viam, devido ao inchaço das pálpebras. Visivelmente torturado.
Queriam que eu o reconhecesse e vice-versa. Negamos. Léo me deveu a vida – se é que posso dizer isto. Porque ninguém sabia que ele havia sido preso, e ao sair do DOPS, anunciei aos quatro ventos, e isto o livrou de ser “desaparecido”.
Hoje, nesta páscoa, neste Domingo da Ressurreição, volta a mim o nome José Paulo Boneschi.
Triste memória.
Se estiver vivo, coisa que espero com fé, ele deve estar hoje com mais de oitenta anos.
Que viva muito para ser sempre lembrado do que fez.
Bemvindo Sequeira
Lembranças do terror
Linha direta com o terror
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| O terrorista morto |
Linha direta com o terror
sábado, 23 de abril de 2011
O spammer Aécio Neves
FHC e os que ignoram o povo
Terra Magazine
Francisco Viana
De São Paulo
FHC e os que ignoram o povo
Brasil terá um computador para cada dois habitantes em 2012
Brasil terá um computador para cada dois habitantes em 2012
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Boa noite
"Nessun dorma" ("Ninguém durma", em italiano) é uma ária do último ato da ópera Turandot, de Giacomo Puccini. A ária refere a proclamação da princesa Turandot, determinando que ninguém deve dormir: todos passarão a noite tentando descobrir o nome do príncipe desconhecido, Calàf, que aceitou o desafio. Caláf canta, certo de que o esforço deles será em vão.
O príncipe desconhecido (Calàf)
Que ninguém durma!
Que ninguém durma!
Você também, ó Princesa
Em seu quarto frio, olhe as estrelas
Tremendo de amor e de esperança
Mas meu segredo permanece guardado dentro de mim
O meu nome ninguém saberá
Não, não, sobre tua boca o direi
Quando a luz brilhar
E o meu beijo quebrará
O silêncio que te faz minha
Coro feminino
O seu nome ninguém saberá
E nós teremos, oh!, que morrer, morrer
O príncipe desconhecido (Calàf)
Parta, oh noite
Esvaneçam, estrelas
Ao amanhecer eu vencerei!
Vencerei! Vencerei!
Boa noite
Pelo fim da Páscoa
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| Escritor propõe o Feriado do Coelhinho em substituição à Semana Santa |
Pelo fim da Páscoa

























