quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Copom reduz Selic em 0,5 ponto porcentual
Ninguém combate a homofobia como Jair Bolsonaro
Por Rogério Galindo*
*Matéria publicada originalmente na Gazeta do Povo
Ninguém combate a homofobia como Jair Bolsonaro
Tradução inacurada
13 of world's hottest years on record have been in last 15 years
Zero Hora
Treze dos anos mais quentes já registrados ocorreram nos últimos dez anos e meio
Exame
Treze dos anos mais quentes já registrados ocorreram nos últimos dez anos e meio
Tradução inacurada
PM do Rio promove aberração a major
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| Major PM Bruno Schorcht |
PM do Rio promove aberração a major
Alckmin comete crime de lesa-humanidade ao privatizar saúde pública, afirma promotor
Alckmin comete crime de lesa-humanidade ao privatizar saúde pública, afirma promotor
Greve geral de 2 milhões de trabalhadores promete paralisar Grã-Bretanha
Escolas, hospitais, aeroportos, portos e escritórios do governo, entre outras atividades, serão afetados nesta quarta-feira na Grã-Bretanha por uma greve geral do setor público contra a proposta de reforma do sistema de aposentadorias feita pelo governo.
Cerca de dois milhões de trabalhadores devem cruzar os braços e mais de mil manifestações são esperadas em todo o país. Estimativas indicam que será a maior paralisação no país em 30 anos.
Os aeroportos britânicos, inclusive Heathrow, o mais movimentado da Europa, esperam caos, já que os agentes de imigração também vão aderir à greve. Diversas companhias aéreas cancelaram seus voos. Nos hospitais, apenas os serviços de emergência funcionarão.
Os sindicatos se opõem à proposta de mudança no sistema de aposentadoria dos trabalhadores, que eleva o tempo de contribuição e o valor dos descontos.
Porta-vozes do governo de coalizão conservador e liberal-democrata criticaram a paralisação, afirmando que as negociações "ainda estão em andamento".
BBC
Greve geral de 2 milhões de trabalhadores promete paralisar Grã-Bretanha
Prefeito do DEMo é afastado por uso da máquina pública
Juiz afasta prefeito do DEM por uso da máquina pública
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM UBATUBA
A Justiça determinou na segunda-feira que o prefeito de Ubatuba (SP), Eduardo Cesar (DEM), seja afastado imediatamente do cargo por ter supostamente usado a máquina pública para fazer propaganda pessoal.
A liminar também afastou o chefe de gabinete e pré-candidato a prefeito, Délcio José Sato (PPS), e o motorista Richarles Freitas.
Os réus podem recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo para tentar anular a liminar do juiz da 1ª Vara Cível de Ubatuba, João Mário Estevam da Silva.
O Ministério Público acusa o trio de distribuir folhetos com propaganda pessoal do prefeito e do chefe de gabinete na comemoração do aniversário da cidade.
O prefeito, que está viajando, não se manifestou. O secretário de Assuntos Jurídicos, Marcelo Mourão, disse que o prefeito ficou "indignado" e vai recorrer. Ele disse que o informativo não é uma publicação oficial e foi custeado pelo prefeito.
Prefeito do DEMo é afastado por uso da máquina pública
Maurício Lopes Lima comemora impunidade de seus crimes
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| O covarde quando jovem; hoje vive com dinheiro público no Guarujá |
DE SÃO PAULO
"Está começando a se fazer justiça." Foi assim que o tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima, 76, comemorou ontem a decisão do TRF que o livra de responder a processo por tortura.
Ele foi apontado como responsável por maus-tratos a presos políticos em depoimento da presidente Dilma Rousseff à Justiça Militar em 1970, ano em que ela foi presa por militar contra o regime.
"A acusação é inverídica. Mas jornalista só entende a palavra do terrorista", disse Lima por telefone, de seu apartamento próximo à praia no Guarujá (litoral de SP).
"O terrorista falou, é verdade. A direita falou, é mentira. Quem faz isso é o Partido Comunista", afirmou.
Mantendo a pregação dos tempos da Guerra Fria, o militar negou as acusações de torturar na Oban (Operação Bandeirante) e sustentou que Dilma e os demais presos que o responsabilizaram por maus-tratos teriam mentido.
"Eles combinavam os depoimentos na cadeia. A Dilma exerceu o direito de não criar provas contra si para se livrar do processo", disse.
"Esse pessoal estava contra o Brasil. Quando você fala em comunista, não pode admitir que seja brasileiro."
O tenente-coronel criticou a criação da Comissão da Verdade, que foi sancionada por Dilma no dia 18.
"Ela vai colocar sete comunistas ilibados lá?", perguntou. "Vai ser uma lenga-lenga. Revanchismo total."
Apesar dos protestos, ele disse que Dilma tem mantido posição equilibrada no debate sobre os crimes da ditadura. Mas aproveitou para criticar o ex-presidente Lula, cujo governo idealizou a Comissão da Verdade.
"Ela vem se portando de maneira digna, muito melhor do que o Lula. Não está deixando a coisa sair pelos extremos", afirmou.
O militar também atacou a Procuradoria. "O Ministério Público, como é ignorante em assuntos de verdade, foi procurar as declarações [dos ex-presos] na Justiça Militar", disse. "Qual é a ideia de abrir uma ação 40 anos depois?"
Em dezembro passado, Lima relatou à Folha ter integrado a ação que levou à morte dos guerrilheiros Antônio dos Três Reis de Oliveira e Alceri Maria Gomes da Silva, metralhados em maio de 1970 no Tatuapé (zona leste de SP).
Foi a primeira vez que um militar admitiu participação no episódio. Os guerrilheiros são considerados desaparecidos até hoje.
Ontem, o tenente-coronel reformado disse não ter procurado os ex-colegas da Oban após saber da decisão do TRF. "Por que eu ia procurá-los agora? Só se fizerem uma festa", disse, aos risos.
Maurício Lopes Lima comemora impunidade de seus crimes
terça-feira, 29 de novembro de 2011
França, Grécia, Cruzeiro e Ceará lutam contra rebaixamento
O presidente francês Nicolas Sarkozy pensa em medidas que evitem o rebaixamento. Deverá anunciar nos próximos dias um pacote de mudanças econômicas e pretende contratar Dedé, do Vasco, e Fred, do Fluminense, para reforçar o time.
Mas, ao saber do interesse de Sarkozy, o astro tricolor disse que o único time europeu para o qual iria é a Itália, por ter as mesmas cores do time das Laranjeiras. “Para jogar na França, só se a Carla Bruni estiver incluída no contrato”, diz Fred.
Desiree Aparecida
França, Grécia, Cruzeiro e Ceará lutam contra rebaixamento
Dilma entra na lista de “pensadores globais” da revista Foreign Policy
Dilma entra na lista de “pensadores globais” da revista Foreign Policy
Brasil enriquece como nunca dantes
Brasil ganha 19 milionários por dia desde 2007, diz 'Forbes'
Com a economia em forte expansão, o Brasil tem ganhado em média 19 milionários por dia desde 2007, segundo reportagem da "Forbes".
De acordo com a revista, esse cenário deverá continuar se repetindo pelos próximos três anos.
Os principais responsáveis por esse resultado, segundo a "Forbes", são o crescimento do consumo e a alta do PIB (Produto Interno Bruto).
Outro fator apontado é os altos salários pagos a executivos e bancários, que muitas vezes ultrapassam aqueles pagos nos Estados Unidos.
A reportagem cita uma conferência de bancos privados da América Latina, que ocorreu na semana passada. Nela, Guilhermo Morales, chefe de operações da portuguesa Millenium BCP, diz que o consumo no Brasil continua crescendo fortemente, aumentando a fortuna de varejistas, bancos e inúmeras indústrias.
"Há muitas companhias emergentes que estão crescendo muito rapidamente, especialmente no varejo, mas também na área de saúde, construção e outras indústrias básicas", disse.
Brasil enriquece como nunca dantes
A UDN do Leblon
Já tivemos Gabriela melhor do que Juliana Paes
Nirlando Beirão
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| Periguete esforçada |
Mas, de repente, recrutá-la para reviver na TV a Gabriela que já foi de Sonia Braga, aí, gente, já é esticar demais a corda, né, não?
Sonia Braga é uma diva. Sempre foi. É uma das raras atrizes da Globo que sabem que Stanislavski não é zagueiro da seleção tcheca. Que Chantilly não é só confeito de bolo. Que Primavera Árabe não é nome de coleção de moda desfilada em Paris.
Juliana Paes está fazendo campanha contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no Xingu. Ela e mais um elenco de globetes, intelectuais da Barra da Tijuca, que aparecem na TV em anúncios pagos.
Claro que quem não poderia deixar de estar no time das reclamonas é a notável Maitê Proença.
Maitê, que por algum tempo estrelou o programa mais chato da TV mundial, o Saia Justa, foi aquela que, na campanha presidencial de 2010, “embora feminista”, atiçou “os machos selvagens” a “nos salvar da Dilma”.
A UDN do Leblon, sempre atrás de uma bandeira de raiva, agora elegeu uma hidrelétrica como pretexto. Gostaria de saber o que Juliana Paes sabe realmente de Belo Monte.
O meio ambiente é um tema charmoso para quem tem a profundidade política de um pires.
Tem gente decente na área, gente bem-intencionada, séria, estudiosa. No episódio Belo Monte, creio que os doutos da ecologia estejam enganados, mas reconheço o direito deles de espernear.
A incômoda verdade é: nenhuma terra indígena será alagada, o risco ambiental é nulo.
Os ecoxiitas – abrigados numa ONG de nome Movimento Gota d’Água aparentemente muito bem aquinhoada de recursos – cooptaram os rostinhos bonitos da Globo para dizer que no futuro a gente vai assistir às novelas graças à energia gerada por pás de vento.
Parece coisa daquele antigo Fidalgo de la Mancha, simpático mas também equivocado.
A UDN do Leblon
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Dilma, a Ungida
Dilma, a Ungida
Morre o cineasta britânico Ken Russell
LONDRES — O cineasta britânico Ken Russell, que foi indicado ao Oscar de melhor diretor em 1970 por "Mulheres Apaixonadas" (Woman in Love"), faleceu no domingo aos 84 anos, anunciou seu filho Alex.
Além de "Mulheres Apaixonadas", que deu o Oscar de melhor atriz a Glenda Jackson, Russell também dirigiu "The Devils" (1971), "Tommy" (1975) e o filme de ficção científica "Viagens Alucinantes" ("Altered States") ao longo de uma carreira de quatro décadas no cinema e na televisão.
Nascido na cidade inglesa de Southampton no dia 3 de julho de 1927, Russell serviu na Real Força Aérea e na Marinha Mercante antes de iniciar uma carreira como fotógrafo que rapidamente o levou à BBC, onde durante vários anos se especializou na realização de documentários.
Embora tenha rodado seu primeiro filme de ficção, "French dressing", em 1963, o sucesso não veio até que adaptou o romance de D.H. Lawrence "Mulheres Apaixonadas" (1969), que causou frisson por incluir uma cena de luta entre seus dois principais atores masculinos, Alan Bates e Oliver Reed, completamente nus.
"Antes disso, era um diretor de televisão lúcido e simpático. Agora é um diretor de cinema louco e simpático", disse certa vez Oliver Reed, que voltou a trabalhar com ele em "Tommy".
O sucesso desse filme permitiu a ele se aventurar em trabalhos pseudo autobiográficos que deram a ele uma reputação de excêntrico.
O produtor de cinema e televisão britânico, Michael Winner, saudou a "excepcional contribuição" de Russell à televisão e ao cinema britânicos. "Ele os levou a áreas nas quais nunca havia entrado", acrescentou.
Morre o cineasta britânico Ken Russell
Barbárie fascista cresce a cada dia em São Paulo
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| Cerca de 300 pessoas participaram da agressão. Foto: AE |
*com AE
Barbárie fascista cresce a cada dia em São Paulo
O duplipensar do Estadão
Tempestade em Copo D'água?
Kassab deverá ser alvo de investigação criminal
Caso Controlar pode fazer Kassab responder por crime
Ministério Público afirma que prefeito ajudou a fraudar documento
Político do PSD, que já responde a acusações de improbidade administrativa, nega irregularidades
ROGÉRIO PAGNAN
FALHA DE SÃO PAULO
A decisão de ressuscitar o contrato com a Controlar, responsável pela inspeção veicular, deverá render mais problemas ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD).
Além de responder a um processo na área cível, que já lhe custou o bloqueio de seus bens, o prefeito deverá ser alvo de investigação criminal.
Os promotores Roberto de Almeida Costa e Marcelo Daneluzzi dizem que Kassab cometeu crime ao participar na fraude de um documento essencial na retomada do contrato com a Controlar.
Eles, que encaminharam a denúncia aos colegas da área criminal, baseiam-se no depoimento da funcionária de carreira Regina Fernandes de Barros, diretora do Decont (Departamento de Controle da Qualidade Ambiental).
Ela disse que recebeu pronto, de um assessor direto de Kassab, uma nota técnica que, em tese, legalizava a retomada do contrato em 2008.
Ela afirmou que não sabia que o documento seria utilizado para um aditivo contratual, com efeitos retroativos.
Esse documento era fundamental, dizem os promotores, porque o departamento dela, o Decont, "havia se posicionado pela irregularidade" dessa retomada.
Para os promotores, a nota ajudou diretamente na venda das ações da Controlar, que ocorreu na semana seguinte, porque criou-se um "álibi" de "aparente legalidade" e, dessa, garantiu aos compradores que o contrato bilionário prosseguiria.
A Justiça vê indícios de irregularidades na forma como a gestão Kassab repassou o serviço para a Controlar.
A licitação que escolheu a empresa foi feita na gestão Maluf (1993-1996). Kassab fez parte da sustentação política de Paulo Maluf e foi secretário de Celso Pitta (1997-2000).
Mais de dez anos depois, em 2007, Kassab desengavetou o contrato e decidiu usá-lo, mesmo após uma série de alertas sobre irregularidades feitos pelos próprios técnicos da prefeitura e pelo Tribunal de Contas do Município.
Um parecer, da Secretaria de Negócios Jurídicos, de 2006, recomendou a rescisão.
ÁREA CÍVEL
Na sexta-feira, a Justiça determinou o bloqueio dos bens de Kassab, do secretário Eduardo Jorge (Verde e Meio Ambiente) e de empresas e empresários ligados à Controlar.
Mandou ainda a prefeitura fazer nova licitação para o serviço em 90 dias.
Na área cível, Kassab responde às acusações de improbidade administrativa. Isso pode lhe render a perda do mandato e pagamento de indenização, por exemplo.
Já na criminal, ele deverá responder a lei de licitações e, assim, é passível de dois a quatro anos de detenção.
Kassab diz estar tranquilo porque não há, na visão dele, nenhuma irregularidade.
Quem deve investigar Kassab é um grupo especial ligado ao procurador-geral de Justiça, Fernando Grella, único com competência para investigar crimes de prefeitos.
Kassab deverá ser alvo de investigação criminal
domingo, 27 de novembro de 2011
Alunos da Unicamp declaram José Serra persona non grata
JOSÉ SERRA: PERSONA NON GRATA
A assembleia dos estudantes do Instituto de Economia da UNICAMP, realizada no dia 17/11/2011, deliberou que o ex-governador José Serra fosse declarado persona non grata deste Instituto. Alguns dos motivos para tal declaração são expostos no texto subseqüente que foi redigido a partir de outra deliberação da supracitada assembleia.Serra e as universidades paulistas
Importante conquista para a comunidade universitária como um todo, USP, UNESP e UNICAMP gozam de autonomia universitária desde 1989. Financeiramente a autonomia se dá via um repasse direto de 9,57% do ICMS arrecadado no estado de São Paulo, o que permitiu evitar a política de “pires na mão” do modelo anterior, que sofria sobressaltos de toda ordem já que os recursos eram repassados sob demanda.
Antes de mais nada, é preciso relembrar o que se passou antes da posse de José Serra no governo de São Paulo: o ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo (do PFL), vetou no último dia útil de seu mandato (29 de dezembro de 2006) o aumento de repasse de verba para as três universidades públicas paulistas (USP, UNICAMP e UNESP) e também para o Centro Paula Souza (responsável pelas faculdades tecnológicas e escolas técnicas). Este aumento tinha sido aprovado pela Assembleia Legislativa depois de pelo menos oito meses de negociação. O repasse previsto seria de 10,43% do ICMS, mas com o veto ficou em 9,57%, uma diferença de cerca de R$ 500 milhões. Segundo declaração1, o ex-governador Cláudio Lembo consultou José Serra antes de tomar a medida afirmando, além disso, que não faltava dinheiro para as universidades públicas e que o problema é a má administração da verba.
As grandes decisões de interesse comum para distribuição e utilização desse repasse é feita pelo Conselho dos Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo (CRUESP), que é sempre presidido por um dos três reitores em forma de rodízio.
Em 2007, em seu primeiro mês de mandato como governador do estado José Serra criou a Secretaria do Ensino Superior, a qual vinculou as três universidades paulistas. Além disso, nomeou José Aristodemo Pinotti o qual, por decreto, passou a ser o novo presidente do CRUESP, com poderes acima dos reitores das universidades. Seguindo desta ação autoritária e centralizadora houve o contingenciamento de parte dos repasses às universidades (só no primeiro mês, a USP teve uma perda de R$11,5 milhões, a UNESP recebeu apenas R$ 2,4 milhões de R$ 12,7 milhões e a UNICAMP recebeu R$ 5,5 milhões a menos).
Neste contexto houve uma das greves mais cansativas nas universidades públicas paulistas, com ocupação da reitoria da USP e longo embate até que o governo estadual retrocedesse e alterasse o decreto, devolvendo às universidades parte da autonomia que lhes é de direito.O pacote privatista cindia pesquisa e ensino, sediava a pesquisa em ilhas, associando-a a empresas, substituía o ensino presencial por telecursos e submetia o todo a critérios empresariais.
Resultou em greves por todo o Estado, na primeira ocupação da reitoria da USP (maio-junho, 2007) e na demissão do secretário Pinotti.
O governo, porém, não desistiu. Passou a priorizar a liquidação do movimento que obstou o primeiro carro-chefe da campanha de Serra à Presidência. Fez a reitoria nomear um investigador de polícia como diretor de segurança da USP no final do ano de 2007.
Em 2009, durante o período de negociação de pauta unificada, onde são discutidas as correções salariais para as três universidades, José Serra atuou de forma autoritária novamente, enviando a tropa de choque da PM ao campus, a fim de “garantir o livre acesso” à universidade.
Em janeiro de 2010, José Serra recebeu, em suas mãos, a lista tríplice da USP com os nomes dos três canditados à reitoria que angariaram mais votos dentro da universidade – por tradição e bom senso, sempre foi nomeado o candidato mais votado como reitor tanto na USP, UNESP quanto na UNICAMP. O que sucedeu foi que o candidato mais votado foi preterido em favor de João Grandino Rodas, que deixou a diretoria da Faculdade de Direito da USP (FDUSP) para assumir a Reitoria.
Recentemente, dia 29 de setembro de 2011, a Congregação da Faculdade de Direito da USP (da qual fazem parte alunos, funcionários e professores) decidiu, de forma unânime, considerar o reitor da USP, João Grandino Rodas, “persona non grata” na escola. Além disso, a mesma decidiu ainda encaminhar ao Ministério Público uma lista de medidas tomadas por Rodas, ex-diretor da faculdade, que julga merecedoras de atenção, entre elas gasto com os boletins com críticas pessoais à faculdade, o fechamento da biblioteca da São Francisco, último ato da gestão de Rodas na unidade, a assinatura de um contrato de gaveta para batizar uma sala de aula com o nome do banqueiro Pedro Conde e a transferência para o gabinete da reitoria de dois tapetes orientais doados pela Fundação Arcadas à direção da faculdade. Além disso, Rodas tem passado de autoritarismo por ter autorizado a entrada da Polícia Militar no campus Butantã da USP em 9 de junho de 2009 para reprimir uma manifestação de funcionários e estudantes e em 2007 por ter chamado a tropa de choque da Polícia Militar para acabar com uma ocupação simbólica da Faculdade de Direito, organizada por movimentos sociais.
Tendo este resgate histórico em vista, consta que José Serra não só foi contra, de diversas formas e repetidas vezes, a respeitada linha de pensamento heterodoxo do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas, na qual ele mesmo lecionou como parte do corpo docente de 1979 a 1983, como também atuou contra, tanto por omissão quanto deliberadamente, o desenvolvimento institucional desta mesma Casa quanto das Universidades Públicas Paulistas como um todo.
Sendo assim, consideramo-nos obrigados a declarar José Serra como persona non grata desta Casa e encaminhamos, cordial e respeitosamente, o pedido para que seja discutida e avaliada a declaração do mesmo como persona non grata pela Congregação desta Casa.
Alunos da Unicamp declaram José Serra persona non grata
Mar de lama demotucano cobre SP e RN
RENATA LO PRETE - painel@uol.com.br
Mar de lama demotucano cobre SP e RN
Homem forte de José Serra está preso em Natal
Homem forte de José Serra está preso em Natal
sábado, 26 de novembro de 2011
Abaixo-assinado exige que escolha de Merval Pereira para ABL seja anulada por falta de letramento mínimo
Abaixo-assinado exige que escolha de Merval Pereira para ABL seja anulada por falta de letramento mínimo
A verdade sobre Belo Monte e sobre a gente
Marcelo Carneiro da Cunha
De São Paulo
A verdade surge do entrevero, como dizia a minha pampeana avó Jovita. A minha avó Jovita podia ser um tanto assustadora, mas era sábia, agora eu sei.
E, na semana passada, eu tirei sarro dos bonitinhos da Globo dizendo aquelas coisinhas de teleprompter no vídeo contra Belo Monte. Tirei sarro do que eles diziam e do jeito que diziam, porque já que gosto de gente falando o que sabe, detesto gente dando texto. Pronto, caiu o mundo.
Uma das críticas foi a de que eu teria sido deselegante para com os globais. Pois eu discordo, embora um neto da minha avó Jovita pouco se importe com as aparências. Eu poderia ter sido menos elegante e ter falado que eles mentem. No vídeo eles dizem barbaridades, como a afirmação de que o lago vai alagar o Parque do Xingu (que fica no Mato Grosso, a 1300 km dali), que o lago formado vai alagar 640 km2 de floresta (são 516 km 2, e mais de 2/3 da área já são o curso do rio ou desmatados), que tribos indígenas vão ser desalojadas (não é verdade) e que o dinheiro que financia a obra vem dos nossos impostos, o que de novo é mentira, porque o dinheiro do BNDES não vem de impostos, como sabe qualquer um que queira saber e não falar besteira em público.
Ou os atores foram ingênuos ou mentirosos, e eu até fico com a primeira hipótese, que combina mais com o psiqué du rôle deles. Mas alguém construiu uma mensagem mentirosa para tungar milhares de assinaturas de pessoas como você, sinceramente interessadas no país e no futuro. O que você acha disso?
Outros me dizem que o certo é "ouvir os muitos cientistas que se pronunciam a respeito do assunto". Eu, louco por verdades que sou, recebo essa pérola de um doutor em meio-ambiente que vive na Catalunha (e me chamou de ignorante em tudo) "...A energia eólica nao somente fica na beira da praia e estraga o visual, isso é uma falta de informação. Em Osório, no sul do país, encontra-se um dos maiores parques eólicos do Brasil, e tudo isso nas montanhas."
O nobre doutor não sabe que eu estive no local em agosto, e olhem a tal eólica nas montanhas:
A verdade sobre Belo Monte e sobre a gente
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Justiça determina sequestro dos bens de Kassab
Justiça determina sequestro dos bens de Kassab
Ninguém escreve ao sociólogo
Convites de R$ 1 mil para jantar com FHC estão encalhados
Ninguém escreve ao sociólogo
Fóssil de dinossauro gaúcho com 228 milhões de anos é encontrado
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| Outro gaúcho |
Fóssil de dinossauro gaúcho com 228 milhões de anos é encontrado
Moody’s corta "rating" da Hungria para "lixo"
Moody’s corta "rating" da Hungria para "lixo"






























