Arquidiocese do RJ e ex-funcionários da Rio-Urbe também são condenados.
Ação investigou improbidade administrativa em construção de igreja.
Bernardo Tabak Do G1 RJ
O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, teve os direitos políticos cassados por cinco anos e foi condenado a pagar multa de R$ 149.432,40 em uma ação movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) por improbidade administrativa. A decisão é do juiz Ricardo Coimbra da Silva Starling Barcellos, da 13ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A ação alega que houve irregularidades no contrato e na execução de obras e serviços da construção da Igreja de São Jorge, em Santa Cruz, na Zona Oeste. O contrato tinha o valor exatamente de R$ 149.432,40.
O ex-prefeito informou que vai recorrer da decisão, apesar de ainda não saber qual o seu teor. “Sequer sei do que se trata. Mas, como é na primeira instância, o recurso esclarecerá tudo. Aliás, como tem sido”, afirmou Cesar Maia.
Além de Cesar Maia, três funcionários à época da Rio-Urbe, órgão público responsável pelo contrato, firmado em setembro de 2004, também foram condenados a pagar multa de R$ 149.432,40, cada um deles, e tiveram os direitos políticos cassados por cinco anos. São eles: Jorge Roberto Fortes, diretor-presidente, Gerônimo de Oliveira Lopes, diretor de Administração e Finanças, e Lourenço Cunha Lana, assessor jurídico.

4 comentários:
Demorou!
Enquanto com concessões Federais as TVs exibem Reality Shows e afins, um bom católico é punido por construir uma capela. Esse é o retrato atual do Rio de Janeiro e do Brasil.
Um bom católico usa dinheiro alheio para demonstrar sua religiosidade? E se ele construísse um terreiro de macumba com o mesmo dinheiro, continuaria sendo bom?
Olha, tenho para mim que apesar de César Maia não valer o que o gato enterra, nós temos uma dívida de gratidão para com ele. Foi César Maia o primeiro que desmascarou Aécio Neves com a história do déficit zero. César Maia, como economista, só de dar uma olhada rápida nas contas de Minas já percebeu a balela do tal de déficit zero, que o PIG espalhava pelos quatro cantos do Brasil. E ainda veio o Fernando Pimentel defender o Aécio.
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